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Case demonstrativohistórias, nomes e números fictícios — validação de formato

CasesAvell

AvellE-commerce · notebooks de alta performancePeríodo: 14 meses

Fora da guerra de specs: alta performance que virou desejo

Case demonstrativo com dados fictícios: como um e-commerce de notebooks de alto desempenho saiu da comparação de preço e passou a vender marca.

R$ 38 mi
faturamento no período
+47%
taxa de conversão
-31%
CAC
6,2×
ROAS médio

O desafio

Um e-commerce de notebooks de alto desempenho, com ticket entre R$ 8 e 15 mil, disputando cada clique com importados de marketplace e desktops montados. A mídia comprava comparação: quem chegava ao site vinha de buscas por placa de vídeo e preço, convertia pouco e esquecia a marca no dia seguinte.

O agravante: o custo do clique nas categorias de tecnologia subiu 40% em um ano (dado fictício), e cada real de mídia rendia menos. Escalar o investimento naquele funil seria pagar mais caro pelo mesmo comprador de planilha — o que compara specs em cinco abas e fecha na mais barata.

A estratégia

A leitura da Novak: o problema não era tráfego, era o território da conversa. A operação foi reposicionada em três movimentos:

  • Margem no comando — campanhas reorganizadas por margem e categoria, não por volume; verba única realocada toda semana conforme o retorno real de cada linha.
  • Da spec ao desejo — a Avell parou de anunciar ficha técnica e passou a anunciar o que ela viabiliza: renderizar, competir, criar. Alta performance nacional, com suporte de quem entende, contra a caixa cinza importada.
  • Funil inteiro na mesa — tracking server-side e dashboard compartilhado, para saber onde cada real entra, escapa e volta.
Filme de marca — vídeo oficial do canal da Avell no YouTube

A decisão mais difícil foi cortar as campanhas de comparação que ainda davam ROAS positivo. Elas pagavam a conta, mas alimentavam exatamente o comprador que a gente queria deixar de disputar.

Marina Costa · Head de Performance, Novak Ads (nome fictício)

A execução

O trabalho rodou em três fases ao longo de 14 meses:

Fase 1 — Fundação (meses 1–3). Reestruturação das contas com whitelist e contingência, tracking server-side, dashboard de funil e a auditoria de margem que definiu onde a mídia podia escalar.

Fase 2 — Território (meses 4–9). Nova linha criativa "Feita para quem faz" rodando em vídeo curto, creators de tecnologia e engenharia gravando com as máquinas em uso real, e SEO atacando as buscas de tarefa ("notebook para renderização", "notebook para engenharia") em vez das buscas de peça.

Notebook Avell Storm aberto de frente, com arte de dragão na tela
Linha Storm — fotografia de produto oficial da marca (avell.com.br)

Fase 3 — Escala (meses 10–14). Black November com war room diário, orçamento realocado por hora nas categorias de maior margem e régua de CRM ativando a base para recompra e acessórios.

Os resultados

Em 14 meses, a operação saiu de um funil dependente de comparação de preço para uma marca que gera busca própria — e os números fictícios abaixo mostram como cada frente contribuiu:

Mídia paga

A realocação semanal por margem concentrou a verba onde a Avell ganha, e as contas whitelist sustentaram a veiculação nos picos sem bloqueio.

6,2×
ROAS médio no período

Contra 3,8× nos 12 meses anteriores.

-31%
CAC
R$ 5,4 mi
investimento gerido

Loja e checkout

CRO priorizado por impacto em receita: páginas de tarefa no lugar de fichas técnicas e um checkout que parou de perder venda no frete.

Notebook Avell Storm em vista de três quartos, teclado iluminado
Página de produto — fotografia oficial da marca (avell.com.br)
+47%
taxa de conversão
+82%
tráfego orgânico

Creators e comunidade

Dezoito creators de tecnologia e engenharia usando as máquinas em projeto real — sem roteiro de anúncio — deram à marca a prova social que ficha técnica não dá. A presença em arenas de esports fechou o ciclo de pertencimento.

Avell no IEM Rio — cobertura oficial da marca no YouTube
214
conteúdos publicados
+38%
busca pela marca

Crescimento das buscas por "Avell" no Google no período.

CRM e recompra

A régua de recompra e acessórios transformou a base que a mídia já tinha pago em receita recorrente.

31%
da receita vinda da base
+26%
receita de recompra

O comportamento que esses números comprovam: a Avell passou a ser procurada pelo nome, não pela peça. A conversão subiu porque o visitante já chegava decidido — e o preço deixou de ser o único argumento na mesa.

O que fica

Mais que o resultado do período, mudou o ativo: a Avell saiu de um funil alugado — dependente de leilão de clique — para uma marca com busca própria, base ativa e um dashboard que diz toda semana onde o próximo real deve entrar. É a diferença entre comprar demanda e construir preferência.

A Novak tirou a gente da guerra de preço. Hoje a Avell vende performance e pertencimento — o desconto virou detalhe.
Ricardo TavaresDiretor de E-commerce, Avell (nome fictício)

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